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Festival de Teatro de Angra do Heroísmo 2020

Início: 18/03/2020 21:30 | Fim: 28/03/2020 23:30
O Festival de Teatro de Angra do Heroísmo 2020, decorre entre 18 e 28 de março, no Teatro Angrense e no Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo. Vê aqui o programa! Programa 18 de março às 21:30 h – 4 Sogras é demais, pelo Grupo de Teatro Pedra-Mó | Teatro Angrense. Comédia em 1 ato, com encenação de Moisés Mendes; espaço cénico por Rui Melo; música original de João Mendes; coordenação de guarda-roupa por Assunção Melo e Bruna Parreira; desenho de luz por Lúcio Sousa; e Patrícia Soares como assistente de produção. Atores: Nádia Mendes, Lúcio Sousa, Cidália Parreira, Rute Rocha, Maria Rocha e Helena Aleixo. 20 de março às 21:30 h – Boa noite, Mãe, pelo Grupo de Teatro A Sala | Teatro Angrense. Sinopse “Boa-noite mãe”,é uma peça de Marsha Norman / drama que venceu o prémio Pulitzer em 1983. Duas mulheres da classe média, mãe e filha, vivem juntas na mesma casa numa terra pequena. Nessa noite, a filha informa a mãe que está farta de viver, e pela primeira vez na vida, ambas vão ter uma conversa verdadeira “trazendo à tona”o ressentimento, a solidão e a incompreensão que sentem, rompendo o isolamento que marcava a existência de ambas apesar de partilharem o mesmo espaço físico. Ficha artística Mãe – Margarida Ferreira Filha – Rita Godinho Encenação – Sara Leal Desenho de luz – Edmundo Sotelo 21 de março às 21:30 h – Cartas do Brasil, por Cães do Mar | Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo. Encenação de Peter Cann e interpretações de Ana Brum e Bianca Mendes. 22 de março às 19:00 h – Uma viagem pelos tesouros do fundo do mar, pelo Grupo de Teatro Infanto-Juvenil Galáxia | Teatro Angrense. 25 de março às 21:30 h – A Solidão da Casa do Regalo, pelo Alpendre Grupo de Teatro | Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo. Um texto escrito por Álamo Oliveira, vencedor do Prémio “Almeida Garrett” atribuído em 1999 pela Direcção Regional da Cultura “Monte Brasil (Angra do Heroísmo). Voltada para a baía, a casa é um regalo para os olhos. Menos para D. Afonso – o VI –, exilado e espoliado da esposa e do reino. Partilha os dias e as noites com a solidão e com o seu pajem. Coxo, doente, envelhecido, D. Afonso é a máscara de todas as desolações. E, no entanto, tem apenas 33 anos. Vive sobre o arame da loucura e do pânico. Não distingue a luz da sombra ou mesmo da escuridão. Hesita entre ser criança e adulto; entre ser virtuoso e perverso; entre estar louco ou lúcido. Todas as ambiguidades o enformam. O Pajem é o seu espelho mais próximo. E também o seu bordão. A ele se arrima sempre que chega ao cume da loucura. É o que lhe resta de afecto e de capacidade para conviver e exorcizar os seus fantasmas. Por isso, chega a perder-se a fronteira que separa a lucidez de um da loucura do outro.” (M/12) 28 de março às 21:30 h – Teatro de Variedades de Porto Judeu, pela Associação Dyunizius | Teatro Angrense. Textos de Roberto Borges. Foto meramente ilustrativa: DR



Terceira – Teatro Angrense Rua da Esperança, 48-52 Angra do Heroísmo, 9700-073